Eu me rendo!!!

Há muito tempo não me deslumbro mais com nem um astro do cinema, com aqueles homens lindo dos filmes, aqueles que quando adolescentes ficamos loucas e apaixonadas. Suspirando, dando gritinhos.
Primeiro porque há muito tempo passei da idade e do peso.
Já to velha, semi casada, não tenho mais idade pra essas coisas.
Segundo que há muito tempo não aparece alguém pra causar impacto.
Pois bem meninas, apareceu um cara!
Um cara lindo!
Robert Pattinson.

Sim, até eu me estou me rendendo a beleza do rapaz. 
Eu sei que é o cúmulo do absurdo, mas gente que cabelo e olhos lindos são aqueles?
Acabei vendo Crepúsculo e fiquei louquinha da silva!!!
Antes que vocês perguntem, sério mesmo.
Que gaaaato, lindo, e quando ele está barbado, ai senhor, mais lindo ainda.
Agora caiam: eu comprei uma Capricho só porque ele era a capa. Dentro tinha um poster e tudo mais, entretanto eu não quis nem saber, a capa já paga a revista.
Minha prima e minha melhor amiga só me chamam de adolescente e meu namorado até tem um certo ciúmes!!! Imagina se é possível!
Vamos combinar, se ele namora realmente ou não a Kristen Stewart (foi por causa dela que eu resolvi ver Crepúsculo, depois que vi o Segredo de Melinda, adorei essa garota), não tem a mínima importância, ela é a mulher mais sortuda desse universo, só por fazer tantas cenas com ele.
Semana passada fui ver Lembranças com Robert, ele conseguiu ficar ainda mais bonito. Ainda passa ele em lindas cenas de sexo com Emile di Ravin. Não aparece nada, infelizmente, mas as cenas são lindas. E ele está mais lindo do que nunca.
Está simplesmente lindo, lindo, lindo mesmo.
Gatééééééééééérrimo!
Se é que isso pode ser possível.
Mas não sou só eu que me rendi a beleza desse inglês de 23 anos, a Revista GQ publicou uma lista dos 50 homens mais sexy de todos os tempos, e adivinha quem estava lá? O próprio Robert Pattison com seus olhos hipnotizantes e sua barba por fazer!!!
Ai jijus!!!!
Ainda bem que Voldermort resolveu matar o Cedric!!!
Obrigada Lord das Trevas!!!!



Comentar

Share your love

As gordinhas estão com tudo no mundo da moda





Duas atrizes se destacaram no tapete vermelho durante a última edição do Oscar. Na noite da principal premiação do cinema, Mo-Nique de 42 anos e Gabourey Sidibe de 26, estrelas do filme Preciosa e ambas concorrendo a estatueta, chamaram atenção dos olhares atentos dos críticos de moda de plantão pela maneira em que estavam vestidas. As duas esbanjavam elegância e, digamos, voluptuosidade & no caso de Mo-Nique & com seusmodelos extra-large. Em comum, elas fazem parte do mais novo e comentado fenômeno que cerca a moda: o plus-size e a valorização da beleza farta. 


Na última Semana de Moda de Milão, que apresentou as apostas para o outono-inverno 2010/2011, a marca feminina Elena Miró foi a responsável por abrir o evento, por privilegiar e mostrar na passarela looks de tamanhos acima do 46. Poucos dias antes, na fashion week de Londres, a grife Mark Fast incluiu modelos plus-size em seu casting e foi além, ao vesti-las com peças justíssimas, que acentuavam o shape dos modelos. Houve quem torcesse o nariz. 

O fato é que além das marcas, o mercado editorial também está atento a este público. A Vogue America traz na próxima edição de abril a modelo Kate Dillon fotografada por Patrick Demarchelier, vestindo sem medo um justíssimo bandage Hervé Lérger tamanho extra-large e contando a sua trajetória como modelo desde os tempos em que era slim, até a sua ascensão ao posto de supermodel com o aumento da numeração. 

Já a edição italiana da revista resolveu criar a seção Vogue Curvy, dedicada às mulheres mais cheinhas, com dicas de lojas e combinações que valorizam as formas volumosas. Virou hit entre as leitoras prontamente. A publicação americana V Magazine, uma das principais quando o assunto é conceito de moda, trouxe na sua ultima edição (#63) como capa a atriz Gabourey Sidibe (novamente ela) e como recheio um editorial todo estrelado por modelos plus-size, com styling ultra-sexy. Dá pra imaginar o barulho que causou? 

Falando em modelos de curvas acentuadas, uma das principais top models da categoria, agenciada pela Elite americana, atende pelo nome de Flúvia Lacerda, seu manequim é 48 e adivinhe: é brasileira! Aliás, empresários brasileiros da indústria têxtil estão cada vez mais atentos ao mercado das grandes numerações. 

Prova disso é que aconteceu no último mês de janeiro, paralelo ao São Paulo Fashion Week, a primeira edição do Fashion Weekend Plus Size, na capital paulista. O evento inspirado no Full Figured Fashion, realizado em Nova York, reuniu por aqui etiquetas dedicadas ao público GG, com numerações entre 44 e 50. O resultado? Saldo positivíssimo e as organizadoras já planejam a próxima edição. 

Com tanta discussão acerca das formas do corpo, estaríamos passando por um processo de redefinição dos padrões do belo e da estética corporal, onde a ditadura da magreza soa ultrapassada? A resposta pode ser subjetiva, mas que novos olhares sobre a relação entre corpo e forma estão sendo lançados e que o assunto está na moda, isso não se pode negar. Aliás, existem algumas Mo-Niques, Kates, Fluvias e Gabourey por aí para atestar. 



Comentar

Share your love

Coleção Orient Extreme


A Chanel lança em abril no hemisfério norte a coleção Orient Extreme. 

Criada por Peter Phillips, a mini coleção tem três esmaltes (dois dourados e um preto opaco) e uma paleta com sombras dourada e preta.

Comentar

Share your love

Tendência para cabelos


Comentar

Share your love

Julia Roberts - Garota Propaganda da Lancôme


Julia Roberts, anunciada no fim de 2009 como nova embaixadora da Lancôme, aparece em sua primeira campanha.

O fotógrafo peruano Mário Testino é o responsável pela foto da campanha da máscara de cílios Virtuose, uma das mais famosas produzidas pela marca francesa.

Comentar

Share your love

Coco Rocha: O meu ponto de vista sem censura

Do blog Oh So Coco

Coco Rocha desfila look de Zac Posen em NY (15/02/2010)
Coco Rocha desfila look de Zac Posen em NY (15/02/2010)

Tem havido uma certa comoção em relação aos artigos que saíram sobre mim no “New York Times” e no “New York Daily News”. Como apenas algumas declarações minhas foram publicadas, acho necessário que eu expresse o meu ponto de vista corretamente, sem edições externas.

Sou uma modelo de 21 anos, 15 cm mais alta e dez manequins menor do que a mulher comum americana. Mesmo assim, em algum universo paralelo, sou considerada “gorda”… Este foi o tema de uma grande discussão esta semana e a notícia que saiu por aí foi: “Coco Rocha é muito gorda para as passarelas”.
Seria este o caso? Não. Ainda trabalho e sou requisitada como modelo. Na realidade, eu me vejo mais ocupada do que nunca. Nos últimos anos, eu não ganhei uma grande quantidade de peso, apenas dois centímetros aqui e ali, como aconteceria com qualquer mulher que sai da adolescência.

Mas este assunto do peso das modelos é, e sempre foi, uma preocupação minha. Há algumas decisões morais que parecem muito simples para nós. Por exemplo, não explorar o trabalho infantil e não aumentar o fator de dependência nos cigarros. Quando estilistas, stylists ou agentes forçam crianças a tomarem medidas que levam à anorexia ou a outro problema de saúde para que continuem na profissão, eles estão pedindo para que o público ignore a sua consciência moral a favor da arte.

Claramente, todos nós vemos quão moralmente errado é um adulto convencer uma menina de 15 anos já magra de que ela, na verdade, está gorda demais. É indesculpável que um adulto exija que uma menina perca, de maneira não natural, um peso vital para que seu corpo continue funcionando corretamente. Como pode qualquer pessoa justificar uma estética que reduz uma mulher ou criança a uma magreza esquelética? Isso é arte? É claro que a estética da moda deve embelezar a forma humana, não destruí-la.

Há divergências na indústria a respeito disso. Apesar de haver aqueles que não levam em consideração o bem-estar da modelo, eu tive a honra e o privilégio de trabalhar com alguns dos melhores estilistas, editores, stylists, fotógrafos e agentes, que respeitam da mesma maneira tanto as modelos novas quanto as consagradas. Sei que há muitos outros por aí, com quem eu não trabalhei, que também concordam comigo neste assunto.

O CFDA (Conselho dos Estilistas da América) tem tentando ao máximo corrigir esta questão. Alguns dias atrás, em sua reunião anual, viram todos que estavam na sala em acordo a favor da mudança do “sample size” [o tamanho das peças dos desfiles e mostruários] e da contratação de modelos apenas acima dos 16 anos. É ótimo ver quantos corações estão no lugar certo, porque nós temos de fazer estas mudanças para a próxima geração de meninas.

Como uma mulher adulta, eu posso tomar decisões por mim mesma. Posso decidir que não vou permitir que eu seja degradada em um casting – marchar de calcinha e sutiã com um grupo de jovens garotas, ser apalpada, espetada e cutucada como gado. Eu consegui escapar desse tratamento, porque já tenho uma carreira consolidada como modelo e sou adulta... mas e as meninas novas e aspirantes a modelo?

Nós precisamos de mudanças. Eu ia preferir que não houvesse meninas trabalhando com menos de 16 anos, mas, se este for o caso, adoraria ver as adolescentes sendo acompanhadas por seu tutor aos castings, desfiles e sessões de fotos. O CFDA criou um código para seus membros, e eu adoraria ver toda a indústria seguindo-o. A sociedade legisla um monte de coisas – a proibição do uso de esteróides nos esportes é um exemplo –, é apenas lógico que haja regras de conduta para manter a indústria da moda saudável.

No passado, modelos se pronunciaram sobre o assunto, e foram acusadas de apenas falar algo porque suas carreiras estavam à beira da extinção. Este não é o meu caso. Falei sobre isso pela primeira vez há uns dois anos, no auge do que uma modelo consideraria a carreira ideal, e de fato houve uma reação – aqueles que mais desrespeitavam o assunto, de repente, chamaram-me para trabalhar para eles! Isso foi uma tática de relações públicas e eu não estava pronta para cair nela. Disse: “Não, vamos ver daqui algumas temporadas. 
Se mudarem, aí trabalharei com vocês”. Eles não mudaram. Eu não trabalhei para eles.
Da minha geração de modelos, estou exatamente onde preciso estar na minha carreira e agradeço por poder usar a minha posição para me expressar ativamente contra isso, com o apoio do CFDA e da “Vogue”. A minha esperança sincera é de que, por meio dos nossos esforços, as jovens modelos um dia serão poupadas da humilhação, da perigosa perda de peso, da depressão que vem com a anorexia e da miséria do abandono de uma indústria envergonhada de vê-las transformadas em mulheres de verdade.

Há os padrões normais em como tratamos uns aos outros e como tratamos crianças. Há aqueles que continuam a atropelar estes valores, mas há também os defensores de um caminho melhor. Espero que os esforços contínuos do CFDA e de todos que respeitam estes valores irão influenciar a opinião dos que estão no lado contrário da indústria, para assegurar uma mudança verdadeira para o melhor.



Texto publicado originalmente em inglês, no blog da modelo canadense Coco Rocha, e gentilmente cedido por sua agência, Elite Model.

Comentar

Share your love

Polêmica da magreza

"Sempre fui forte e fiz todos os desfiles de Paris", diz Raquel
Zimmermann sobre polêmica da magreza

image
A polêmica da hipermagreza das modelos voltou à tona após reportagens publicadas pela Folha de S. Paulo. A modelo Raquel Zimmermann, exclusiva do desfile da Animale e atual top nº1 do mundo, comentou o assunto em entrevista ao UOL Estilo.
Top n° 1 do mundo, Raquel Zimmermann desfila para a Animale no SPFW Inverno 2010
“Não acho que eu seja uma modelo supermagra. Sempre fui forte, com músculos. E sempre fiz todos os desfiles de Paris", disse a top, que faz desfiles para marcas como Chanel, Hermès, Dior, Fendi, Gucci e Alexander McQueen. Raquel contradiz as justificativa de estilistas e agentes, que na reportagem diziam optar por modelos mais magras por seguir os padrões de beleza do mercado internacional. "Não entendo por que as pessoas falam isso", completou ela.
Raquel, segundo dados de sua agência internacional, mede 61cm de cintura, e 86,4cm de busto e quadril, espalhados ao longo de 1,78m de altura. Ela afirmou ainda nunca ter sentido pressão por um físico mais fino, mesmo no início da carreira. Seu extenso currículo começou aos 14 anos, em Porto Alegre, de onde foi para o Japão e, logo em seguida, Paris. “Tenho sorte, graças a Deus. Geneticamente, os meus pais são altos e magros. Sempre comi bem e tenho uma vida ativa. Meu metabolismo é rápido”, disse.
Ela, no entanto, sente que preocupações com a aparência são algo constante entre modelos ou mesmo não modelos. Mas aponta o lado saudável-atlético da questão. Conheço pessoas que não são modelos e falam que precisam se exercitar. É um papo normal. Sou a primeira a falar para
darmos uma corrida na praia".
Em coletiva horas antes, a top afirmou ser a favor das modelos saudáveis. "Sempre fui contra modelo esquelética. Acho que modelo tem de ser saudável, comer bem, se exercitar e, assim, ter um corpo bonito", disse ela, que acredita no café-da-manhã como a refeição mais importante do dia. E o que come a top número 1 do mundo no desjejum? "Ovos mexidos com bacon, suco de laranja e café", contou.

Fonte: UOL

Comentar

Share your love

SENAC MODA INFORMAÇÃO

| Tags:

As apostas do Verão 2011
clip_image002
Conceitos que vão do retrô ao punk dos anos 90 poderão ser encontrados nos looks das coleções Verão 2011
Pesquisadores e profissionais da moda discutiram as tendências para o verão 2011 no SENAC Moda Informação
Balmanismo, Doce Malícia, Paraíso Tropical, Náutico, Divas Modernas e Étnico são as tendências do Verão 2011. Os conceitos, cores, lavagens e texturas que comporão os looks foram apresentados na 35ª edição do Senac Moda Informação, realizada em São Paulo.
O Balmanismo é inspirado no desfile de Pierre Balmain e traz o glamour selvagem da personagem de Tina Turner, no filme Mad Max, e da cultura punk rock e grunge dos anos 90. As formas vêm nos vestidos curtos de bainhas assimétricas, regatas estonadas e esburacadas com decotes e a jaqueta biker, que continua desde a estação passada. Os ombros são marcados, já os paletós e casacos têm influência militar com botões de metais e insígnias.
Legging de jeans
As calças são justíssimas com jegging (legging de jeans) e bandage. Muita sobreposição, camisas amplas, coletes confortáveis, bermudas e calças oversized. As lavagens e efeitos são ácidos, detonados, puídos, rasgados, com o acréscimo da estampa de camuflagem, dos grafites e xadrezes. As cores são o preto, verde militar, cinza, ouro, bronze e prata velhos.
A tendência Doce Malícia traz peças femininas com toques lúdicos, inocentes e pitadas de malícia e sensualidade. As formas são os corset, lacinhos, frufrus, babados, sutiã sobreposto, vestidinhos camisolas, macaquinhos, salopetes, batas e vestidos. As saias vêm em vários comprimentos com camadas e babados. Há ainda efeitos de anáguas com bicos de renda, crochê, sianinhas, bordados, estampas com motivos florais, de gravataria e geométrico.
Cerejas, morangos, gatos, pássaros e margaridas também enfeitam as peças. As cores são o branco e off-whites, nudes e bege, rosados e corais, chocolates, vermelhos e azuis nos tons de lavanda, índigo e delavê.

Tropicalismo
O Paraíso Tropical traz clima descontraído, com regatões, túnicas, vestidos e tops com alças, corpetes, macaquinhos, bermudas surfistas, shorts e miniblusas. Nas estampas, fotos de praias, paisagem havaiana, pintura tribal, fundo do mar, vegetação, estrelas, corais, flores, frutas e pássaros. As cores são frescas e vibrantes como amarelo, coral, tangerina, pink, limão, verde-folha, vermelho aberto, púrpura e muito azul.
O tema Náutico é inspirado no glamour dos clubes, na moda retrô com Coco Chanel, no futebol americano, golfe e críquete. A tendência traz shorts, hot pants, leggings, parkas, jaquetas curtas que marcam a cintura, ombros ressaltados em mangas raglan, capuzes, minitops, regatas, polos e cortes geométricos, minissaia pregueada e vestidos justos.
As listras são corridas, localizadas, onduladas e ópticas. Nas cores, o branco puro, os tons de cinza, sépia, beges, índigo, preto, marinho, vermelho vivo, turquesa, amarelo, laranja, pink, violeta e coral.
As Divas Modernas mostra mulheres preocupadas com o corpo. O toque dos anos 50 fica por conta dos casaquetos, vestidos e saias drapeados, plissados, lápis ou rodados, mangas ovaladas, tomara que caia e um ombro só. O estilo dos anos 60 está nos vestidos coquetel, tailleurs, boleros e laços.
A influência da década de 1980 se mostra nos ombros marcados, calças baggy, cintura clochard, macacão, balonês, manga morcegos e assimetrias nas bainhas e decotes. Destaque para a combinação de paletós com shorts e bermudas, estampas de xadrez tradicional, bolas, listras coloridas, flores gigantescas e art print.
As cores vão do preto e branco ao vermelho, amarelo, azul água, verde-piscina, rosa, lilás, coral, beges, cinzas, nudes, tons de ouro e prata e de pedras como safira.
Por fim, o Étnico e as referências à África do Sul, México, Egito e Indonésia. As formas vêm nos coletes, calças e bermudas com bolsos utilitários, túnicas, kaftans e calças saruel em vários comprimentos. As estampas ganham importância: tie-dye, batik, geométrica tribais, ópticos, camuflagens, selvas com animais, peles de girafa, leopardo, cobra e crocodilo. As cores são os crus, beges, terrosos, cáquis, alaranjados, areia, vermelho, verde militar, amarelo e toques de dourado.


Fonte: Jornal Diário do Nordeste

Comentar

Share your love

Passo a passo: como fazer estêncil

| Tags:





















Aprenda a usar esta técnica que promete trazer mais 
charme para sua casa

clip_image002
Com certeza você já se encantou com algum estêncil por aí, seja nas figuras pintadas pelos muros da cidade ou em estampas de camisetas.
Mas uma outra alternativa que vem fazendo sucesso é o estêncil aplicado dentro de casa - uma boa opção para mudar o visual de um jeito prático e gastando pouco. Para testar a ideia, contamos com a ajuda da equipe da Criativa.
A repórter de moda Luciana Florence já tinha usado a técnica anteriormente comprando moldes prontos, mas desta vez queria algo mais personalizadoOs desenhos ficaram a cargo da editora de arte Silvana Martins, que criou cinco molduras de quadros estilo provençal para dar um ar romântico-retrô para a sala da Lu.
Ao todo gastamos R$ 73, mas o interessante é que uma vez cortado o molde você pode reutilizá-lo várias vezes em diferentes superfícies. Assim dá para enfeitar outros espaços e até emprestar o molde para os amigos que se empolgarem com a sua transformação.
Então, mãos à obra!
Passo a passo

clip_image004
1 - Grude a folha com o desenho
na folha de acetato usando a fita crepe
clip_image006

2 - Recorte as regiões escuras do desenho,
depois remova o papel e separe as estruturas
clip_image008
3 - Passe cola spray no molde que
será colado à parede, de maneira
que a parte vazada é onde será
formado o desenho.
clip_image010
4 - Forre o chão e a área em volta do
estêncil com jornal para que o jato de
spray não manche as laterais

clip_image012
5 - Aplique o spray com movimentos
constantes a cerca de 30 cm de distância.
Fique atento para que a aplicação seja uniforme
e para que os jatos de tinta tenham preenchido
todos os espaços
clip_image014
6 - Agora é só retirar a folha de acetato.
O spray tem secagem rápida, mas é bom
conferir se a tinta já secou para prevenir
qualquer vazamento


clip_image016


O estêncil pode ser feito com vários materiais, mas é preciso ter atenção à espessura da folha. À direita, as diferenças entre um estilete comum e o profissional para corte artístico
Para fazer o estêncil você vai precisar de:





- 1 estilete profissional estreito artístico - Olfa AK-1 (ele tem a ponta mais fina que os comuns, o que facilita o corte principalmente em curvas)

- 1 rolo de fita crepe
- 1 tubo de tinta spray - Colorgin Azul Oceano (outra alternativa é usar a tinta comum com    o auxilio de um pincel)
- 1 tubo de cola spray - 3M
- 5 folhas de acetato para os desenhos
- Base de vidro para recortar
- Jornal

Base para o estêncil
O estêncil pode ser feito com vários materiais: acetato, vinil, transparência de retroprojetor e até aquelas divisórias plásticas de fichário da época da escola que você ainda não jogou fora - e o passo a passo é sempre o mesmo para aplicação em paredes e móveis. 
Só é preciso ter atenção à espessura da folha: ao mesmo tempo que não pode ser tão fina e maleável, para que a tinta não escorra e ultrapasse os contornos, uma folha mais grossa (como as usadas para fazer radiografia) exigirá mais destreza na hora de recortar a ilustração.
Particularidades do desenho:
Os desenhos que fizemos funcionam bem para estêncil, já que o interessante da técnica é brincar com o efeito luz e sombra, mas suas curvas e detalhamento exigem certa habilidade - tanto na hora de desenhar quanto na hora de cortar a silhueta na folha. Se estiver difícil no começo, recomendamos desenhos mais simples até que você vá se familiarizando com a técnica.




Comentar

Share your love

2013 Mulheres em Conflito: março 2010